Barrigadas de riso

É a sina deste blog morder a mão que o alimenta. Assim, batendo na mesma tecla, fica mais um exemplo da argumentação ridícula que abunda no blogue do não.

“Não considero aceitável que terceiros tenham o direito de interferir nas minhas escolhas e de proibir os meus hábitos assim como não julgo que tenha o direito de os culpar pelas mesmas, ocasionalmente erradas.
(…)
Apesar de tudo o que acima disse, voto convictamente ‘Não’”
…e como todos sabemos, quando um gajo diz ‘apesar de tudo’ garante-se a si mesmo a liberdade de contrariar, sem apelo nem agravo, o que acaba de escrever.

“como ateu, reconheço à vida um carácter único e incomparável e à consciência humana o limiar máximo dessa consciência.
(…)
a minha visão é bem menos idílica e mais niilista.”
…menos idílicos e mais niilistas numas coisas, mais idílicos e menos niilistas noutras. Nada coerentes em todas.

“reconheço ao feto, como aos restantes seres humanos, o direito inalienável à vida – a não ser por decisão própria, impossível de tomar conscientemente mas no qual enquadro os casos de malformação e morte intra-uterina”
… uma verdadeira pérola, sem mais comentários.

“acredito que a liberdade é directamente proporcional à responsabilidade individual e ao diminuirmos a segunda estaremos inexoravelmente a abdicar da primeira.”
... inexoravelmente, claro, porque me apetece. A moralidade por decreto.

Diogo Almeida, ridículo, no blogue do não.

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Quando as palmas substituem a gargalhada

Também estes gajos estão ridículos, do mais ridiculozinho que há; mas é que mesmo mesmo ridículos, tipo, como aqueles gajos que se vêem por aí e um tipo diz – pá, que ridículo.

Já alguém reparou como a plateia daquela indisposição do jantar de domingo se tem transfigurado lentamente numa multidão de cachopos levados pelos pais?

Quererá dizer alguma coisa, RAP?

Livros para quem só pode não ler

Dada a dificuldade na tarefa de nomear o primeiro exemplo de ridículo, o menos que se pode fazer é torná-la tão indolor quanto possível.

E por isso, sem mais demora…

… por uma porrada de tipos (e tipas, pasme-se!) no blogue do não.

Ridículo.

Se é ridículo está aqui. Caso ainda não esteja, vai estar.Se já passou há uma porrada de tempo e mesmo assim teima em não aparecer pode ser que nos tenha passado ao lado, contacte-nos para contacto.ridiculo@gmail.com. (máxima confidencialidade)

A reportagem, análise e comentário do ridículo estão aqui, finalmente.


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